Quarta-feira, 14 de Novembro de 2007

Mudança

A partir de hoje, as opiniões e pensamentos publicados n',O Blog do Gajo que Tem Opiniões Sobre Quase Tudo passam a ser publicados/as no Arcebispo de Cantuária.
 
Leiam-me lá que há por lá outras coisas.
 
publicado por joao moreira de sá às 08:44
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Terça-feira, 13 de Novembro de 2007

Opinião #68

 
Dizem-me que não votando não posso reclamar. Discordo. Não voto como no livro do Saramago, na esperança de que um dia toda a gente tenha vergonha de chamar democracia ao dar poder a um imoral para gastar quase 200 mil euros em pópós novos com o dinheiro dos meus impostos, sem que eu nada possa fazer e consequência nenhuma lhe advenha de tal esbanjamento de dinheiros públicos e atentado à moral pública. Não esquecendo os dignos antecedentes macaístas do indigno ministro da (in)justiça.
Enquanto forem destes, eu não voto. Em autogestão safávamo-nos melhor.
 
publicado por joao moreira de sá às 09:17
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Sábado, 10 de Novembro de 2007

Opinião #67

 
13.000 euros por cada assistência médica no mar?
 
Agora já recebi porque é que quiseram aumentar as águas territoriais portuguesas.
 
publicado por joao moreira de sá às 08:48
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Sexta-feira, 9 de Novembro de 2007

Mudanças

 
A partir de hoje, as opiniões e pensamentos publicados n',O Blog do Gajo que Tem Opiniões Sobre Quase Tudo, os devaneios literários publicados n’O Blog que Não é Um Blog, os episódios familiares que vou relatando n’O Belogue dos Meus Filhos quando a realidade me dá algo para escrever e as receitas que publico no Manjares do Arcebispo passam a ser publicados/as no Arcebispo de Cantuária.
 
publicado por joao moreira de sá às 06:21
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Quarta-feira, 7 de Novembro de 2007

Opinião #66

 
Uma das razões porque não gosto de filmes americanos é aquela mania deles de que 1 milhão de dólares é uma fortuna e que 2 ou 3 dá para ir viver para as Caraíbas.
Vivessem eles em Portugal e iam ver se hoje em dia, com 690 mil duros, alguém é realmente rico ou temporariamente safo.
 
publicado por joao moreira de sá às 07:51
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Opinião #65

 
Não deixa de ser irónico que o tipo que vai receber um prémio por mais ter contribuído para o desenvolvimento do comércio e serviços electrónicos em Portugal se chame Nabo, "my name is Nabo, Murteira Nabo".
 
publicado por joao moreira de sá às 07:51
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Opinião #64

 
Ter tudo online dá jeito, sim. Mas notícias online, governo online, impostos online, compras online, música online, tv online, bancos online, conversas online... Qual é a ideia, casa-trabalho (ganha dinheiro)-computador (gasta dinheiro)-cama-trabalho-comp... não, passa primeiro no Shopping e no hipermercado-computador-cama...
 
Por acaso já estão a trabalhar na procriação online?
 
publicado por joao moreira de sá às 07:50
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MusicOpinião #4

 
As músicas de Vitorino por vezes podem soar (quase) todas muito semelhantes. Para uns isto é falta de originalidade, de criatividade, de etc... (se bem que ainda estou por perceber que consequências tem num músico a falta de etc.).
 
Eu, com esta mania de ter opiniões, tenho uma, que é a mesmo e outra. Explico.
 
Nalguns casos é de facto falta de originalidade, de ideias. Noutros, onde se inclui Vitorino, é coerência, é o explorar de uma mesma raiz musical, o canto alentejano, que se por um lado pode fazer com que resulte melodicamente semelhante em diversas músicas, por outro abre caminho ao que ali se dá mais importância, o canto. E se até a cantar Vitorino pode soar sempre "semelhante", admito, cada audição consegue ser contudo única e sempre agradável. Embala o ouvido, a alma e os sentidos.
A diferença está na reacção. Aos primeiros reajo com "mais do mesmo", a Vitorino reajo com "novamente delicioso".
 
E para quem estiver distraído, se o "cante" soar a falta de imaginação ou originalidade, procurem-nas nos arranjos, nos instrumentos. Aqui são tradicionais, ali usou guitarras eléctricas, acolá fez arranjos de jazz.
 
publicado por joao moreira de sá às 07:50
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Terça-feira, 6 de Novembro de 2007

Opinião #63

 
Se há coisa de que os portugueses gostam é de não gostar. Acho mesmo que é o nosso principal hobby e defeito. Não gostamos nunca de nada e de (quase) ninguém. E gostamos de dizer e mostrar que não gostamos.
 
Os blogues são um bom exemplo. 90% dos comentários que são deixados são... a dizer mal, criticar, ofender se for preciso. Criticar, quem o faz melhor que os Críticos, só o nome... é do Cinema (nunca percebi porque é que não escolhem críticos que gostem de filmes) à música (sobretudo se for portuguesa, claro) passando pelos "articulistas de opinião" e demais comentadores e opinativos (nunca têm nada sobre o que dizer bem? isso deve ser tão deprimente, e ainda ter que escrever sobre tão dramática existência).
 
Um exemplo mais terreno, o cristão país ao sair das dominicais missas comenta o que o padre fez e disse de bem ou de mal? Para não falar no cabelo da Gertrudes, que horror, e tá mais gorda.
 
Na estrada (ou auto-dita, rua, beco, rotunda, parque de estacionamento ou mesmo por aqui que deve ir lá dar) é demonstradamente onde os portugueses mais gostam de não gostar. Já não digo o estranho fenómeno de não gostarmos de auto-estradas com três faixas de rodagem e o consequente desprezo que dedicamos à da direita, que é, como toda a gente sabe, aquela onde na verdade se consegue andar mais rápido. O ponto alto do não gostar, em termos automobilísticos é para mim o termos conseguido transformar a condução num misto de batalha medieval e arte marcial, com um pouco de rally à mistura. Que forma mais radical de não gostar do que a atitude, "se quiseres bater, bate, morremos os dois mas a culpa foi tua"? Isto é de Cruzado!
 
Não gostamos da televisão que vemos mas gostamos de dizer que não gostámos do que vimos. Nem gostamos das revistas que compramos para ver as pessoas de que não gostamos e poder falar mal delas (trabalho esse já de si muito facilitado pelas próprias revistas que não gostam das pessoas que lá aparecem para eles poderem escrever algo de mau sobre elas).
 
E já notaram a diferença no facto de que nós, não é dos políticos que não gostamos, é de políticos. Quando um político deixa de ser político, desde que não se arranje uma coisa sobre o gajo, um tacho, uma corrupção, passa a ser eventualmente boa pessoa, pode ir para alto comissário, comentador ou mesmo presidente (conta mais como rei do que como político e reis não faz mal porque já não há) porque quem antes era um "ladrão, incompetente, mentiroso, incumpridor, traidor, ditador,..." era o político, não o gajo. Num contínuo lógico claro que gostamos menos do político com poder do que do político sem poder, mesmo que este tenha acabado de vir do poder. Ao perde-lo fica logo e ser menos não gostado do que o que agora está no poleiro e que antes era o menos não gostado quando o que o que é agora o menos não gostado estava lá e era o mais não gostado. É a isto que se chama alternância.
 
Os exemplos são inúmeros, infindáveis e o texto já vai longo para uma opinião. E eu não gosto de opiniões muito extensas. Mesmo que sejam minhas.
 
 
publicado por joao moreira de sá às 15:02
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Segunda-feira, 5 de Novembro de 2007

Solução #2

 
Tal é o meu vício de ler na casa de banho que em desespero de causa chego a ler 2 páginas de JPP na Sábado.
 
publicado por joao moreira de sá às 08:27
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MusicOpinião #3

 
As aparências podem iludir... ou não.
 
Considero Fausto, Fausto Bordalo Dias, o expoente máximo da música Portuguesa enquanto tal, Portuguesa de Portugal.
Contudo, sabe-lo metido em tricas maçónicas, ouvi-lo (num programa sobre Adriano Correia de Oliveira) gabar-se, fazer auto-elogio, caiu-me mal. "Fazia-o" diferente. Mais musical, mais simpático, humilde.
 
Gosto de simpatizar com os músicos que aprecio, tal como com os escritores que admiro. Com Fausto passei a sofrer do "síndrome de Lanzarote".
 
publicado por joao moreira de sá às 08:25
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Pensamento #33

 
Coisas que eu penso quando tenho dores nas costas
Bem aventurados os que não pensam, falam e escrevem constantemente sobre sexo.
Sinal que o fazem.
 
publicado por joao moreira de sá às 08:23
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Pensamento #32

 
Das fraquezas faço forças? Não. Nas fraquezas faço-me criança, quero atenção e mimos. Chamem-me mariquinhas mas vocês, homens, são iguais a mim. Exemplo? Quando estão doentes, uma simples gripezinha, querem na verdade uma Mulher (esposa, companheira,...) ou querem mesmo é uma segunda mãezinha? Não, não respondam vocês, homens, perguntem-lhe a ela.
 
publicado por joao moreira de sá às 08:23
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Divagação #9

 
Deus para nós é no fundo como a quimioterapia. Usamo-lo para remissão dos nossos pecados.
Só que se o "bicho" tá muito impregnado volta. E deus, como é óbvio, não tem tempo para andar sempre a redimir o mesmo pecado.
Ainda podemos recorrer a N. Sra. de Fátima como radioterapia, mas raramente funciona.
 
publicado por joao moreira de sá às 08:23
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Sábado, 3 de Novembro de 2007

Faltava um belogue de fotografias não era?

 
Está aqui:
o meu nokia faz isto
 
Que não é arte torna-se obvio às primeiras visualizações. São coisas que me entretenho a fazer com o meu Nokia (o titulo do belogue é uma descarada tentativa de patrocínio) quando não estou a escrever “arcebispadas”… no meu Nokia, com esta “coisinha” da… Nokia.
(só falta mesmo o patrocínio, alguém da Nokia lê isto?)
 
publicado por joao moreira de sá às 05:26
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Sexta-feira, 2 de Novembro de 2007

Opinião #62

 
Aquela coisa de que "os gostos não se discutem" é uma palermice. Os gostos não se criticam, isso sim, mas discutir dava jeito.
Se eu não discutir gostos musicais com ninguém vou estar a perder a possibilidade de conhecer as coisas de que o outro gosta e que eu depois posso vir a gostar ou não.
Mais, socialmente ajuda ao entendimento mútuo. Por causa de os gostos não se discutirem nunca chego a perceber o que faz alguém gostar de coisas como parques aquáticos, especialmente no Algarve ao lado da praia, férias em prisõe... cruzeiros e jantares no casino, tendo que gramar com o show e ainda pagar uma pipa de massa.
 
publicado por joao moreira de sá às 06:09
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Pensamento #31

 
Não me parece difícil prender o leitor durante 700 páginas. Difícil, difícil é maravilhá-lo em 70.
 
publicado por joao moreira de sá às 06:09
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Opinião #61

 
Dizem os bons agonísticos que não há um único bom motivo para acreditar em deus (o porquê da necessidade da pouco condizente maiúscula nunca percebi).
Pois eu digo que há pelo menos uma: nada a perder.
É porque se no "depois" realmente houver o "nada", não haverá cabeça, cérebro, consciência, mente ou alma que possa pensar "ah, ah! Eu tinha razão".
Pelo que se deus mais não for que uma motivação interior, pessoal, já me parece um deus muito útil.
 
publicado por joao moreira de sá às 06:08
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Arcebispo de Cantuária

Uma mente delirante e não muito normal encerrada num corpo com 43 anos. Presentemente desempregado mas com boas perspectivas de conseguir vir a trabalhar num call-center. Escrevo porque não gosto lá muito de falar e como irresponsável que sou, acredito que um dia ainda irei conseguir ser pago para escrever. jmoreiradesa@gmail.com

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